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TCUacordao

Acórdão TCU 2017/2026 - Plenário

Relator
JHONATAN DE JESUS
Órgão Julgador
Plenário
Julgamento
29/07/2026

Resumo gerado por IA

O TCU reafirmou que a criação ou o uso de empresas de fachada para contornar punições vigentes configura fraude grave, sujeitando os responsáveis à declaração de inidoneidade. A decisão reforça que a administração pública deve monitorar o quadro societário e o controle efetivo das licitantes para impedir que empresas impedidas continuem contratando por meio de interpostas pessoas. Esse entendimento protege a eficácia das sanções previstas nos artigos 155 e 156 da Lei 14.133/2021, assegurando que a penalidade alcance o grupo econômico que efetivamente cometeu o ilícito. Na prática, o julgado impede que manobras societárias anulem o caráter educativo e punitivo dos processos administrativos sancionatórios detalhados nos artigos 158 a 160 da Nova Lei de Licitações.

Ementa

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM PEDIDO DE REEXAME. REPRESENTAÇÃO. FRAUDE À LICITAÇÃO. UTILIZAÇÃO DE EMPRESA INTERPOSTA PARA BURLAR SANÇÃO DE IMPEDIMENTO DE LICITAR E CONTRATAR. DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE. ALEGAÇÃO DE OMISSÕES E CONTRADIÇÃO NO ACÓRDÃO EMBARGADO. TESES ENFRENTADAS DE FORMA EXPRESSA PELA DELIBERAÇÃO RECORRIDA. TENTATIVA DE REDISCUSSÃO DO MÉRITO. INEXISTÊNCIA DE VÍCIOS NO JULGADO. CONHECIMENTO. REJEIÇÃO.

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Temas

LicitaçãoSanções Administrativas

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